Algumas palavras sobre as entrevistas
Ao decidir pelas entrevistas, pensamos fazê-las com a intenção de mostrar um panorama que apresentasse a questão da inclusão a partir do ponto de vista de pessoas que convivem com o problema.
Por se tratar da inclusão de um cego na escola pública, procuramos trazer depoimentos de representantes da família e da escola. Dessa forma, temos os depoimentos de Rita, mãe de um cego e professora universitária; de Sulamita, filha de um casal de cegos e professora de cegos; de Jeane, professora cega de cegos e de Cursos de Formação de Professores, em classes regulares, e de Sônia, professora de Escola de Formação de professores e, também, professora universitária de Psicologia. Na primeira, leciona a disciplina Conhecimentos Didático-Pedagógicos da Educação Especial. Na segunda, dá aulas, tanto na Psicologia quanto na Pedagogia, de disciplinas afins com a Educação Inclusiva, desde 1995, em princípio com o nome de Pedagogia Terapêutica e, atualmente, como Educação Inclusiva.
A partir desses depoimentos entendemos que a inclusão é um direito do cidadão e que deve ser promovida. Para isso é fundamental um trabalho de reeducação da sociedade em relação às diferenças, de modo que aceitemos, definitivamente, que todos somos diferentes, alguns um pouco mais, como nos apresenta o professor Antônio Borges no texto A opção do Brasil: Inclusão.
Esperamos que essas entrevistas sejam pontos de reflexão e de enriquecimento do debate.
Abraços do Grupo B
Ao decidir pelas entrevistas, pensamos fazê-las com a intenção de mostrar um panorama que apresentasse a questão da inclusão a partir do ponto de vista de pessoas que convivem com o problema.
Por se tratar da inclusão de um cego na escola pública, procuramos trazer depoimentos de representantes da família e da escola. Dessa forma, temos os depoimentos de Rita, mãe de um cego e professora universitária; de Sulamita, filha de um casal de cegos e professora de cegos; de Jeane, professora cega de cegos e de Cursos de Formação de Professores, em classes regulares, e de Sônia, professora de Escola de Formação de professores e, também, professora universitária de Psicologia. Na primeira, leciona a disciplina Conhecimentos Didático-Pedagógicos da Educação Especial. Na segunda, dá aulas, tanto na Psicologia quanto na Pedagogia, de disciplinas afins com a Educação Inclusiva, desde 1995, em princípio com o nome de Pedagogia Terapêutica e, atualmente, como Educação Inclusiva.
A partir desses depoimentos entendemos que a inclusão é um direito do cidadão e que deve ser promovida. Para isso é fundamental um trabalho de reeducação da sociedade em relação às diferenças, de modo que aceitemos, definitivamente, que todos somos diferentes, alguns um pouco mais, como nos apresenta o professor Antônio Borges no texto A opção do Brasil: Inclusão.
Esperamos que essas entrevistas sejam pontos de reflexão e de enriquecimento do debate.
Abraços do Grupo B
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